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Fátima Gimenez:
Hino do Estado do Rio Grande do Sul,
de Francisco Pinto da Fontoura
e Joaquim José Mendanha

 

15/09/2005 08:56:46
O HINO SUL-RIO-GRANDENSE!
 
A Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-brasileira,
nas escolas do Rio Grande do Sul!
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Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o Vinte de Setembro o precursor da Liberdade - Estribilho: Mostremos valor, constância, nesta ímpia e injusta guerra; sirvam nossas façanhas de modelo a toda Terra, de modelo a toda a Terra, sirvam nossas façanhas de modelo a toda a Terra - Mas não basta pra ser livre ser forte, aguerrido e bravo; povo que não tem virtude acaba por ser escravo! – Estribilho...”. Letra do Hino Rio-grandense: Francisco Pinto da Fontoura; Música: Joaquim José de Mendanha. Esta é a letra de Francisco Pinto da Fontoura, oficialmente adotada por indicação do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, por ocasião das comemorações centenárias de 1935. Nessa mesma época a composição musical também passou pela revisão do professor Antônio Corte Real. A música do Hino Rio-grandense, do Maestro Mendanha, era, durante a Revolução Farroupilha, tocada ou cantada nos atos oficiais da República ou cantada por senhoras ao piano. Nos bailes oferecidos aos chefes republicanos, era de estilo ser o hino cantando no começo deles. Mas o oficializado e cantado na abertura do célebre baile de 30 de abril de 1839,  na Segunda Capital da República Rio-grandense, Caçapava do Sul, e conforme o publicado no Jornal O Povo, edição Nr. 65, de 4 de abril daquele mesmo ano, o Hino Nacional da Nação Rio-Grandense tinha a seguinte composição literária:Nobre Povo Rio-Grandense, Povo de Heróis, Povo Bravo; conquistaste a Independência! Nunca mais serás escravo! - CORO: Da gostosa liberdade, brilha entre nós o clarão! Da constância e da coragem eis aqui o galardão! – Avante, oh! Povo Brioso! Nunca mais retrogadar, porque atrás fica o inferno que vos há de sepultar! Coro – O Magestoso progresso é preceito divinal, não tem melhor garantia nossa ordem social! Coro O mundo que vos contempla, que pesa nossas ações, bendirá nossos esforços, contará nossos brazões! Coro”. Naquele mesmo dia ocorreu a benção do Pavilhão Nacionala Bandeira Farrapa -, promovida pelo Vigário Apostólico local, tendo sido o Pavilhão Tricolor saudado com 21 tiros de canhões; e, ao entrar do sol, arriado com outra salva de canhões. E a seguir, “conduzido por quatro oficiais militares, escoltados por um Destacamento de Infantaria e acompanhados por uma Banda de Música até a Casa da Reunião, onde foi recebido e depositado, fazendo-se as continências e honras de costume. Às sete horas da noite a ampla sala de baile e as dependências do vasto edifício se achavam quase intransitáveis pela afluência dos convidados que ali se haviam reunidos, cento e cinquenta senhoras e mais de duzentos e trinta cidadãos. Antes de iniciarem-se as danças, os presentes, postos de pé em torno do Pavilhão Nacional, cantaram acompanhados da música o HYMNO DA NAÇÃO (sic), findo o qual foram dados vivas, no mais fervoroso exaltamento e entusiasmo. À meia-noite, passaram os alegres e felizes pares à mesa de fiambres e desta para a de doces, onde se repetiram os brindes ao Presidente da República, aos Defensores da Liberdade, ao Comandante em Chefe do Exército, aos Generais Comandantes das Divisões de Centro e da Direita, aos Bravos Vencedores de Rio Pardo, ao Exército Republicano e a todos os Republicanos do Globo. Retornando os convidados ao Salão de Baile, continuaram as danças até as três e meia da manhã, quando foi dado por fim as comemorações”. (Fonte: CASSOL, Arnaldo Luiz; ABRÃO, Nicolau da Silveira. Caçapava: Capital Farroupilha. Porto Alegre: Martins Livreiro – Editor, 1985)

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15/09/2007 22:30:46 José Itajaú Oleques Teixeira - Guará / DF - Brasil
Prezado Ricardinho. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que, como o lado de montar é o lado esquerdo do cavalo, o ginete apoia-se normalmente com a mão esquerda nesse ato. Depois, quando montado, se estiver participando das provas de gineteada, o ginete deve manter apenas uma das mãos para segurar crinas ou o tento, - normalmente com a mão esquerda -, enquanto um dos braços deve manter-se levantado, favorecendo o equilíbrio e por ser esta uma das regras a ser cumprida pelo competidor, em determinadas modalidades de gineteada não tradicionais do Rio Grande. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado a esse prezado visitante!
Sítio: http://www.bombachalarga.com.br
15/09/2007 18:49:21 ricardinho - cajati / SP - Brasil
Eu sou paulista, mas admiro muito a tradiçao gaúcha, e tenho uma dúvida a respeito das montarias: os ginetes sempre montam com a mão esquerda; qual o motivo? Esta é a minha dúvida...
Sítio: *****
15/09/2007 07:38:06 Leonardo - Tapejara / RS - Brasil
Lindo! Muito lindo! Quando escuto o Hino do Rio Grande fico arrepiado! Que letra! O gaúcho cada vez mais gaúcho, lembrando nossos heróis. Muita gauchada forte, aguerrida e valente. Isso me orgulha, e muito! E viva a República Rio Grandense! Um abraço, tchê!
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