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Berenice Azambuja:
Mulher Cavaleira, de José Fortuna

 

08/07/2009 14:43:52
A MULHER CAVALEIRA E A PRENDA TRADICIONALISTA GAÚCHA!
 
Nos Desfiles Oficiais a Mulher Tradicionalista Gaúcha Brasileira
deve levar para o mundo todo a graça, a beleza e a Tradição Regional
das Antepassadas Gaúchas Pampeanas do Rio Grande do Sul!
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A mulher cavaleira é toda aquela que monta a cavalo, bem o não. A Mulher Cavaleira Tradicionalista Gaúcha é a que cultua, preserva, zela, retransmite e corretamente divulga, para o mundo todo, a antiga Tradição Regional dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul. E para um melhor esclarecimento do assunto, podemos dizer que Berenice Azambuja, como a imensa maioria dos artistas sul-rio-grandenses, é gaúcha porque se identifica com as coisas tradicionais dos antigos Gaúchos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, valorizando-as, enaltecendo-as. Contudo, nem por isso pode ser ela considerada uma Tradicionalista Gaúcha. Como quase todos os músicos e conjuntos musicais, Berenice também visa atingir com suas gravações o maior público possível, diante de seus naturais fins econômico-financeiros aliados aos interesses mercadológicos de suas respectivas gravadoras. Em sendo assim, a referida artista, que já gravou excelentes músicas regionalistas e tradicionais gaúchas sul-rio-grandenses, também comercializou outras mais direcionadas aos mercados de São Paulo e demais regiões do país. A música Mulher Cavaleira, por exemplo, de autoria do grande músico e compositor paulista José Fortuna, natural de Itápolis-SP, retrata mais especificamente a vivência da mulher cavaleira do Estado de São Paulo. Por isso, o Rodeio do qual participa a cavaleira que o autor retrata em sua composição tem arena, e não cancha, e sua reunião festiva é chamada de pagode. No Rio Grande do Sul, a mulher sul-rio-grandense e a gaúcha não tradicionalista serão, também, cavaleiras pelo simples fato de montar um cavalo, mesmo que esse ato se dê pela primeira vez. No entanto, se ela montar bem, com firmeza nos arreios, sem cair de sua montaria, caso esta venha a corcovear, então, conforme a antiga Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul, ela deixará de ser mera cavaleira para ser considerada uma gineta. E não sendo Tradicionalista, mas tão-somente sul-rio-grandense ou gaúcha, ela até que poderá participar de provas campeiras, cavalgadas e outros eventos portando um chapéu texano, chaparral, dos modismos country-sertanejos; uma calça justa; um lenço de pescoço preto, estampado, curto, virado, escondido, folclórico; uma cinta urbana, uma guaiaca porchetão freio de ouro ou uma rastra platina; umas botas curtas e com salto texas; as cores pretas ou fortes, vibrantes, contrastantes, como o vermelho, o verde, o azulão, o amarelão e outras não condizentes com o modo tradicional de vestir dos comedidos antepassados interioranos do Pampa do Rio Grande do Sul. Porém, em se tratando de uma Prenda Gaúcha integrante de qualquer uma das Entidades Culturais filiadas ao Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro organizado, será ela uma Mulher Tradicionalista Gaúcha a valorizar os usos e os costumes regionalista-tradicionais dos Antepassados Gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense. Seja nas provas campeiras dos Rodeios Crioulos Gaúchos da Antiga Tradição do Rio Grande do Sul - na condição de gineta -, ou nas cavalgadas rurais - com a bombacha feminina (calça larga), camisa sóbria de mangas longas e cor clara, botas de cano alto, lenço, guaiaca e chapéu gauchesco tipicamentes sul-rio-grandenses, previstos nas Diretrizes do MTG -, ou nos Desfiles Urbanos do Estado, com sua Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS o Vestido de Prenda -, a Mulher Gaúcha Brasileira, com o garbo e a distinção das Sulistas do Brasil, estará caracterizada como uma verdadeira Mulher Cavaleira Tradicionalista Gaúcha, a valorizar e a honrar - nas tertúlias ou nas canchas dos Rodeios Crioulos do MTG Brasileiro, dos quais participe -, as autênticas, as regionais, as antigas Tradições dos Gaúchos Pampeanos do Sul do Brasil!

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09/07/2010 17:10:36 Juarez Mombelli - Patrão Mano - Florianópolis / SC - Brasil
Que saudade do tempo em que a música gaúcha, os costumes gaúchos e as mulheres gaúchas representavam tão e somente a tradição. Rédeas frouxas de presidentes e conselheiros, somadas ao consumismo desvairado capitalista, trouxeram ao tradicionalismo situações vergonhosas, aonde os que apreciam a essência de nossa cultura acabam acoados e fogem indignados. Bailes dentro de CTG, onde o próprio grupo musical não está devidamente pilchado, tocando músicas que incentivam aos que ali estão dançarem de forma inadequada, o que dizer de tudo isso? RESPONDO: recuso-me a estar presente; simplesmente vou embora. Mas no que diz respeito à mulher cavaleira, bem, sob o ponto de vista do cavalo é muito melhor ser ele conduzido por mãos delicadas e sensíveis. Salve a mulher cavaleira! Salve a verdadeira mulher tradicionalista gaúcha!
Sítio: http://parceirosdailha.vilabol.uol.com.br
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