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Luiz Marenco:
Sovando um pelego, de Gujo Teixeira e Luiz Marenco

 

21/03/2010 00:16:44
A MORTE ANDA A CAVALO, NA CAVALGADA DO MAR!
 
Sovando um pelego, com a antiga, regional e Gauchesca
Tradição dos Antepassados Pampeanos do Rio Grande do Sul!
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Nas cavalgadas, sovando pelego sobre os arreios, fazendo feio, vai junto a morte ao que é do pago; só pelo intuito de fazer no mundo a sua farra, nessa algazarra ela mata a riqueza cultural de um Estado. Buscando aquilo que os políticos sempre buscaram, idealizada junto ao mar por projeção; sem qualquer vínculo com o Tradicionalismo esse gauchismo mata também a Tradição. E se na mídia e na sociedade há um protesto forte contra a morte e maus tratos de pingos extenuados, não há o resgate nem da cultura nem da verdade; só uma saudade é que bate ao se ver os mal pilchados. Quem tem a alma de tradicionalista é conservadorista de antigas heranças nativas tradicionais; não se limita a passear enforquilhado, fantasiado com as preferências pessoais. Assim, esse bosteio que polui areias, tornando feias as praias do litoral, é evento político não tradicionalista, embora exista algo de tradicional. Por isso que na defesa do direito animal e da regional cultura gaúcha é que eu falo: no Tradicionalismo há o dever de preservar, e na Cavalgada do Mar a morte anda a cavalo! (A morte anda a cavalo, de José Itajaú Oleques Teixeira)

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