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Sexta-Feira Dia 13

 

13/08/2010 13:10:34
A SEXTA-FEIRA 13 DE AGOSTO É DIA DE SIMPATIA CONTRA O AZAR!
 
A Ditadura Eleitoral e a soberana escolha do eleitor:
é votar ou votar, para aprender a errar!
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A superstição popular considera a sexta-feira 13 de qualquer mês como um dia de azar. E quando ela acontece no mês de agosto, aí então que essa crendice fica mais reforçada. A penúltima sexta-feira 13 de agosto deu-se em 2004. E depois da sexta-feira 13 de agosto de 2010, ela somente repetir-se-á no ano de 2021. Dentre as muitas e incertas justificativas para esse dia 13 de azar está a proveniente da mitologia nórdica. Frigaa Deusa do Amor, de cujo nome originou-se a palavra sexta-feira, frigadag – teria sido transformada em bruxa quando as tribos nórdicas e alemãs foram convertidas ao cristianismo. Para se vingar ela passou a reunir-se às sextas-feiras com outras 11 bruxas e o Coisa Ruim. Os 13 ficavam rogando pragas aos seres humanos. Essa superstição da Escandinava acabou espalhando-se por toda a Europa, sendo levada pelos colonizadores para as novas terras descobertas. Quanto ao número 13, este, por ser considerado um número irregular, desde muito que é tido como um sinal de infortúnio. Ao contrário do número 12, o qual, desde os primeiros tempos da Humanidade, simboliza a completude. Afinal, 12 são os meses do ano, 12 foram as tribos de Israel, 12 são os signos do zodíaco e 12 foram os apóstolos de Cristo. E o mês de agosto – nome originado da homenagem prestada ao imperador romano Augusto – é popularmente conhecido como o Mês do Desgosto. A origem disso é desconhecida. Porém, algumas práticas antigas podem ter contribuído para tal estigma. Em Portugal, por exemplo, as mulheres não casavam no 8º mês do ano, época em que os navios das expedições zarpavam à procura de novas descobertas. Para elas, casar no mês de agosto era o mesmo que buscar desgosto, pois ficariam só, sem lua-de-mel e provavelmente viúvas. Portanto, aos que comungam dessas crendices a prática de uma antiga simpatia do meio rural pode ajudar no combate de seus eventuais maus fluídos. A imprecação em verso é uma delas. E nos dias atuais, antes do raiar do sol de uma sexta-feira 13, os campeiros ou os urbanos podem realizar o esconjuro, seja para livrar suas plantações - dentre estas suas filosofias de vida, seus princípios éticos, seus esteios morais - das pragas do mau agouro, seja para se protegerem da maldição dos políticos desonestos, vigaristas e larápios do Bem Público. De frente para o nascente, antes do amanhecer, os Viventes devem recitar, em tom de pajada, os seguintes versos: Que neste dia azarado Deus salve minhas "plantações", protegendo-me e livrando-me dos políticos ladrões! E pelo sim e pelo não, após o rogo devem dobrar esquinas para jamais apertarem suas mãos, sob pena de perderem a proteção eventualmente adquirida. Que a felicidade e a sorte tenham estado convosco na sexta-feira última, 13 de agosto!

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