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Clóvis Frozza - Letra de Gustavo Pezzoni Fighera e Música de Gustavo Pezzoni Fighera, Clóvis Frozza e Francisco Fighera:
Por Legítimos Direitos, Música-tema da Semana Farroupilha 2010

 

14/08/2010 18:16:33
A CHAMA E A TRADIÇÃO CRIOULA DOS GAÚCHOS DO RIO GRANDE!?!
 
Rodi Borguetti, o patrono da Semana Farroupilha, acende a chama
ao lado de Ivan, o escravo lanceiro e representante argentino. -?!?-
Fonte: ZH
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A Comissão Estadual dos Festejos Farroupilhas promoveu no dia 14 de agosto de 2010 o ato cívico de acendimento da Chama Crioula, na fronteiriça cidade de Itaqui, oficializando o início dos festejos da Semana Farroupilha 2010 no Estado do Rio Grande do Sul, em homenagem e memória aos Heróis Farrapos, de acordo com a Lei Nº 8.715, de 11 de outubro de 1988. A referida Comissão Organizadora, que organiza e orienta a programação da Semana Farroupilha, é composta por representantes da Secretaria da Educação, da Secretaria do Turismo, da Brigada Militar, da Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore e do Movimento Tradicionalista Gaúcho, conforme o Decreto regulamentador da citada lei Nº 33.224, de 22 de junho de 1989. A Chama Crioula fora criada por Paixão Côrtes em 1947, durante a Ronda Gaúcha do Departamento de Tradições Gaúchas do Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, posteriormente chamada de Ronda Crioula. Tal como esta, a Chama é crioula porque da Tradição Regional do Pago Sul-rio-grandense. É patriótica porque retirada de uma centelha da Pira de uma Pátria chamada Brasil, representando a fertilidade de uma Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha própria e oriunda dos Antepassados Campeiros do Pampa Sul-brasileiro. A Chama Crioula, portanto, representativa da antiga e campeira Tradição Pampeana do Rio Grande do Sul e pertencente a todo o Estado Sulino, jamais poderia, por motivos meramente turísticos, comerciais, mercosuristas, crioulistas e político-regionais, ser desnaturada por outras centelhas de regiões internas ou externas, como se deu no ano de 2010 em nome da estratégica cantilena de uma integração voltada mais para a fusão comercial do que para a reunião ou o intercâmbio cultural. De nada adianta um fogo permancer aceso durarante 30 anos e uma bandeira do Estado no braço dos viventes se a representação de ambos apresentar-se corrompida e desrespeitada por motivos de comércio, com a má utilização do erário, dos ritmos e dos compassos musicais nativos, das cores claras e da sobriedade da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, dos antigos usos e costumes dos gaúchos do Pampa Sul-rio-grandense, e da essência de um símbolo regionalista do Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul: a Chama Crioula de sua Gaúcha Tradição. Em protesto a esses continuados desrespeitos, é que altercamos: em defesa da História e da Tradição do meu Pago esta prudência eu trago em benefício da memória, da verdade e da glória de um povo varonil, que só tentou separar-se do Brasil por um ato isolado de um Netto já cansado de pleitear dignidade; por isso, à mocidade eu peço muita atenção, pois há muita exploração não só de fatos históricos, mas também nesse notório escárnio da Tradição! Ideando identidade, raízes e tradições, muitos usam os chavões sem a regionalidade, fomentando a inverdade em nome de um mercadismo, de um comercialismo que atende aos interesses e aos bons proveitos desses que exploram a História para alterar a trajetória de um povo bravo e altivo, cujo único motivo para um ato de incerteza fora a influência portuguesa de um Feijó conservativo. Rio Grande, lembra teus feitos, teus heróis, seus ideais; que a tua História não se subverta jamais, nem a tua Tradição, herdada de avós e pais, que no Dia do Gaúcho deve honrar os ancestrais. No Desfile Farroupilha do Dia 20 de Setembro à juventude relembro que a verdade segue a trilha, presa junto à rodilha do laço da nossa História, mas jamais na oratória de eventuais separatistas, pois os ideais dos sulistas, nos idos de trinta e cinco, o que buscaram com afinco foram direitos sonegados a fazendeiros afastados de um governo provincial; e a revolta foi um sinal contra os impostos salgados. A Revolução Farroupilha não buscou a separação de uma brasileira nação, de um Império que fervilha com a República por estopilha, num período regencial instável e antiliberal; buscou foi cidadania, diante da asfixia do remoto Poder Central, e de um governo local estagnado, entorpecido. Por isso, fica o pedido aos jovens do meu rincão: honrem a História e a Tradição do seu Rio Grande querido! (POR HISTÓRICOS DIREITOS, de José Itajaú Oleques Teixeira)

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