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Lá vêm os gaúchos, de Régis Marques

 

21/09/2010 13:33:23
E LÁ SE VÃO A LA CRIA OS GAÚCHOS E A TRADIÇÃO DO RIO GRANDE!
 
Povo que não tem virtudes, acaba por ser escravo dos mercados
country-sertanejista, texa-crioulista-mercosurista e musical sem fronteiras!
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Com a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Sul-rio-grandense corrompida pelos interesses globalizados dos mercados sem fronteiras, é cada vez mais raro ver-se os verdadeiros Gaúchos do Rio Grande do Sul, aqueles que representam o Jeito de Vestir e de Viver dos antepassados Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense. No lugar dos Tradicionalistas, com a Tradição do Rio Grande, o que são vistos são Crioulistas – Comercialistas de Cavalos -, Mercosuristas, Sertanejistas, Nativistas, Tchesistas, Texanistastodos eles com as imposições comerciais dos Mercadistas, suas calças justas, com alças no cós para as cintas urbanas, camisas pretas e de coloridos fortes, chapéus chaparral, lencitos e coletes texanos. Nem as coberturas da imprensa, com jornalecos sob o controle de financiados políticos locais, podem mostrar as coberturas do Desfile Farroupilha. E fora do Estado Sulino, onde mostrava-se a autêntica Tradição Regional dos Campeiros do Pampa do Rio Grande do Sul, os MTGs agora não mais podem promover seus desfiles. E quando o fazem, não são os Tradicionalistas que deles participam, mas os modistas dos mercados sem fronteiras. Esse é o ciclo, que nada tem de virtuoso. As parcerias, como a da Universidade do Texas, desde 1993, passaram a forçar a substituição da indumentária tradicional gaúcha sul-rio-grandense e a instituir dentro do MTG Brasileiro suas provas comerciais importadas do mercado texano. Na esteira deles achegaram-se as companhias dos espetáculos countries, com suas Orações à Nossa Senhora Aparecida forçadas dentro de um MTG sem sectarismo religioso, por ser aberto a todos, independentemente de suas crenças religiosas. O que se percebe, nessa corrupção toda, é um Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro, sem qualquer fim lucrativo, sendo vergonhosamente corrompido por esses e outros interesses mercadi$ta$. Órgão públicos, em nome da cultura do Rio Grande, e por intermédio de alguns financiados representantes políticos do povo sul-rio-grandense e brasileiro, há muito que, mediante recursos do povo, patrocinam a adulteração do Regionalismo Gaúcho Sul-rio-grandense. E em nome do que é público, são os interesses privados que são financiados com o erário advindo da pesada carga tributária a que o povo sul-rio-grandense e brasileiro está submetido. Mas as modificações na Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS continuam; e a importação de modalidades, grifes, modismos e apetrechos de universalizados estilos é que encontram porteiras abertas dentro do MTG Brasileiro e nos eventos culturais públicos, oficiais, do Estado do Rio Grande do Sul. As inverdades históricas é que continuam a patrocinar e a desnaturar a autenticidade da Tradição Regional dos Campeiros do Sul do Brasil. No carnavelesco desfile temático de 2010, em Porto Alegre, destinado a revelar não os fatos da Revolução Farroupilha, mas a vida da população na época em que ela ocorreu(!?!), o que se viu desfilando na avenida, como se fosse prática daquele Decênio Heróico, foi a crioulista paleteada, prova comercial importada para o Estado Sulino em 1993. Entretanto, se é o Campeiro do Rio Grande o mais campeiro do mundo na lida com o gado, este nunca precisou repontar um terneiro com o auxílio de outro peão campeiro. Essa recente importação comercial, portanto, só poderia integrar o universo texano, pois na Tradição Gaúcha Sul-brasileira o que ela só demonstra é a existência de mais uma das tantas aberrações culturais praticadas contra a verdadeira História e a autêntica Tradição Regional do Estado e do Povo do Rio Grande do Sul. E se alguém perguntar o que o Povo Sul-rio-grandense tem feito diante desse assalto ao seu Patrimônio Sociológico-tradicional herdado de seus bravos antepassados, a resposta certamente que será esta: nada! Pelo que se observa, parte significativa dos sul-rio-grandenses, diante de todas essas externas, comercialistas e indevidas imposições, continua a cantar, fervorosamente, o seu Hino e a utilizar a Bandeira de sua Terra em seus importados estilos. No entanto, diante das imposições alienígenas e da corrupção vivenciada na Tradição Regional do Pago Sulino, no âmbito de seu Órgão Cultural de preservação da autenticidade da Tradição do Rio Grande, na imprensa subvertida pelos bilionários mercados e nos eventos cívicos do Estado e do Brasil, o que se percebe é uma passividade própria de um povo subjugado, explorado, quando não subserviente e, também, conivente. Muitos, visivelmente, preferem dar mais valor ao que é tradicional dos interioranos de outras plagas do que valorizar o que é nativo, regional e verdadeiramente tradicional dos pampeanos de sua Terra Gaúcha Brasileira. E em época eleitoral, então, em nome da “cultura do Rio Grande, é que as flexibilizações campeiam em nome dos votos e em prol dos financiadores e financiados desse ciclo vicioso, que destina recursos públicos para setores privados, os quais voltam a financiar o setor público, os políticos e os órgãos protetivos do Patrimônio Cultural Gauchesco Brasileiro, com o fim de manter esse antigo e rentável esquema. Assim, os algozes da Cultura Regionalista-tradicional do Rio Grande do Sul seguem na sua sanha de auferir lucros junto a um Bem Cultural Público, com suas importadas e externas imposições culturais. E dessa forma, lá se vão a la cria os verdadeiros Gaúchos do Rio Grande, a sua Tradição Regional do Pampa Sul-rio-grandense, a Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS prevista na sua legislação estadual, os objetivos institucionais e os fins culturais do MTG Brasileiro organizado; e, também, as virtudes do Povo do Estado Garrão-sul do Brasil e dos Gaúchos Brasileiros, que, sem qualquer reação, fadados estão a permanecer eternamente escravos dos corruptos sem fronteiras dessa nociva e criminosa globalização da Nova Ordem Mundial!

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13/10/2010 15:42:21 Bento Filho - Santa Maria / RS - Brasil
O MTG, com suas garras sufocantes, sempre abafando a liberdade de um povo que desde os primórdios lutou por ela. O mesmo MTG que canta a todo vapor o Hino Brasileiro. Os heróis farroupilhas, se hoje vivos, seriam os primeiros a levantar uma bandeira contra o MTG, pois como o Império da época, sufoca e ignora a voz dos "sul-rio-grandenses". Longe de saber as necessidades e preferências dos mesmos, para que cheguem, juntos, a um senso comum.
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23/09/2010 16:20:48 Telmo - Cascavel / PR - Brasil
Olha, indiada, nem tudo esta perdido. Se os CTGs estão sucumbidos, se os MTGs nada fazem, se a CBTG fecha os olhos, nós, individualmente, deveremos nos alinhar, preparar talheres, se preciso for, e buscar oxigenar nossas raízes. O que nos falta é um pouco mais de patriotismo com a Nação Gaúcha, mas de forma individual. Cada qual no seu quadrado. Assim, talvez, os meios de comunicação, hoje corruptos, exerguem a própria imagem desvirtuada. Abraço - Telmo Kottwitz - Desgarrados
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