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Os Monarcas:
Vanera Grossa, de Neneco e João A. dos Santos

 

04/02/2011 00:01:40
ESCOICEANDO MACEGA, PELA TRADIÇÃO DO RIO GRANDE!
 
O MTG Brasileiro tem o seu fim calcado na preservação da Tradição
dos Gaúchos do Pampa do Rio Grande do Sul: regional, antiga
e campeira, jamais nesse comércio de modismos urbanos
dos mercadistas sem fronteira!
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Ouvindo uma milonga (conversaiada) de uns viventes travestidos de gaúchos tradicionalistas, escutei isso: - O Tradicionalismo precisa continuar evoluindo. É necessário entender que tudo se modifica e precisa se adaptar aos novos tempos. Hoje os costumes são outros: o que era tabu nos tempos de antigamente hoje já não existe. Então, como exigir que os gaúchos se comportem como seus pais e avós? A vida corre mais depressa e o Tradicionalismo precisa acompanhar esta evolução! Vocês, Tradicionalistas "Pura-cepa", ao invés de ficarem cultuando o que já morreu e querendo que a vaneira seja no tranco da Vaneira Grossa, precisam entender que os jovens e os novos tempos exigem uma dança gaúcha da nova geração, mais rápida e com muito "suingue". Afinal, é disto que o povo gosta! Já tapado de nojo, perguntei aos malacaras se por acaso eles conheciam a origem da palavra tradição; e se ao menos tinham tomado conhecimento da Filosofia de Atuação do MTG Brasileiro, da Carta de Princípios, quando fizeram o juramento para a assunção de algum cargo no Tradicionalismo. Acho que eles sequer conhecem um pouco da História do Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro organizado, pois se conhecessem pelo menos teriam respeito por aqueles que empunharam a Bandeira do Tradicionalismo e da preservação dos usos e costumes antigos dos tauras de antanho do Pampa Sul-rio-grandense. E de quebra, perguntei se eles conheciam dois grupos expoentes da Música Gaúcha Tradicionalista que tivessem atingido o sucesso executando-a no ritmo atual, isto é, suingado. De pronto, um vivente me disse: - Tchê Garotos! Mas que barbaridade, Chê! Pensei: agora me caiu os butiás do bolso! Pois saibam que o Tchê Garotos e muitos outros que hoje tocam esta tal de Tchê Music começaram tocando o autêntico tranco gaúcho do Rio Grande; que se hoje executam uma mistura de tudo o que existe e se afastaram do Tradicionalismo, foi para atender aos seus interesses comerciais de índole empresarial. E até mesmo o grupo Tradição, do Mato Grosso do Sul, somente alcançou sucesso depois da vaneira O Barquinho, que virou febre nacional. Hoje tocam de tudo um pouco, perderam a identidade musical e pouco se ouve falar deles. Porém, meus caros tradicionalistas, eles precisaram da autêntica música nascida nos galpões do Rio Grande do Sul para alcançarem o sucesso inicial. Acho que esses e outros grupos estão certos em procurar seus caminhos. Afinal, tanto eles como os demais que se bandearam para o lado em que as letras das músicas são ofensivas à moral dos campeiros do Rio Grande, usando de duplos sentidos, também têm o seu lugar ao sol do mercado musical. Mas seus estilos não representam o Estilo Gaúcho da Tradição do Rio Grande. Cada qual toca e ouve o que quer e segue o caminho que quiser! O que não deve ocorrer é a contratação desses ou quaisquer outros grupos, artistas gaúchos e bandas que não respeitam as regras do MTG para a animação de um Fandango Gaúcho de CTG! Se os senhores contratarem qualquer um deles, devem, pelas regras do MTG, exigir que subam ao palco devidamentes pilchados, toquem no tranco gaúcho tradicional do Rio Grande, não acelerem o ritmo e, também, não rebolem ou façam gestos obscenos, como estão acostumados a fazer, pois isso combina é com as Casas das Tipas, não com um Centro das Tradições Gaúchas dos Campeiros do Pampa Sul-rio-grandense, onde a Família Tradicionalista se reúne para cultuar, cultivar e preservar a Tradição Regional de nossos antepassados gaúchos do interior sul-brasileiro. E lhes digo mais: se cultivar o respeito à moral e aos bons costumes de antigamente é ser grosso e antiquado, nós, os verdadeiros Tradicionalistas Gaúchos Brasileiros, continuaremos nesse mesmo tranco, pois não aceitamos ajojo com índios malacaras que vendem a Cultura Regional dos Campeiros do Rio Grande do Sul por alguns pilas! Preferimos ser rotulados de grossos, xucros, antiquados, e continuar escoiceando macega pelo nosso Rio Grande Bagual! (do colaborador do BL e Mangrulho do ONTGB no Sul do Brasil: Ademir Canabarro – um Missioneiro!)

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