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Marcello Caminha:
Venâncio Acolhe o Rio Grande, Música-tema do Acendimento da Chama Crioula 2012, letra de Libório Wilges e melodia de Marcello Caminha e grupo, com a participação de Décio Portaluppi

 

21/08/2012 01:38:40
XUCRA CORRUPÇÃO DA CHAMA CRIOULA DA TRADIÇÃO DO RIO GRANDE!
 
Autenticidade ou ilegalidade? Tradição antiga, campeira, do RS,
ou uma xucra corrupção sem laçador com armada firme na mão?
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A Chama Crioula da antiga e campeira Tradição do Rio Grande do Sul, instituída por Paixão Côrtes e os demais jovens tradicionalistas de 1947, simboliza a fertilidade da Cultura Regionalista-tradicional do Estado, assim como seus valores próprios e o orgulho dos antepassados do povo sul-rio-grandense. Originada de uma centelha do Fogo Simbólico da Pátria Brasil, ela acabou sendo destinada, também, às comemorações da Revolução Farroupilha e aos feitos dos Heróis Farrapos. Em 2012, o evento cívico do Acendimento dessa Chama Nativa do Rio Grande do Sul ocorreu na cidade de Venâncio Aires, no período de 15 a 19 de Agosto. O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, na solenidade de abertura, aproveitou o ensejo para divulgar sua campanha Laçando a Corrupção. E um monumento a essa Chama da Tradição Crioula dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil, símbolo da Riqueza Cultural herdada dos Antepassados do Pampa Sul-brasileiro, também foi inaugurado na cidade. Todos esses acontecimentos, certamente, foram financiados pelos recursos públicos advindos dos incentivos fiscais concedidos aos patrocinadores e direcionados à promoção da Cultura Gauchesca Sul-rio-grandense. Entretanto, diante dos crescentes desvirtuamentos constatados ao longo dos anos no referido evento, é de se perguntar: 1) o Acendimento da Chama Crioula da Tradição do RS é essencialmente cultural ou manifestamente comercial sem fronteiras, mercosurista, eleitoreiro? 2) poder-se-ia rotular de Tradicionalista, como faz parte da mídia patrocinada pelos interessados, um evento realizado também pela Prefeitura Municipal e pela Associação Tradicionalista de Venâncio Aires, ambas as instituições com seus inegáveis interesses político-eleitoreiros intrínsecos? 3) diante das calças justas, dos chapéus desabados e de copa alta, das boinas coloridas e dos coletes importados, das cores pretas e fortes, das cintas, das guaiacas porchetão freio de ouro e rastras, dos lenços de pescoço estampados, pretos, virados, e da ausência do vestido de prenda nas mulheres gaúchas do Rio Grande, não estaria a Lei n. 8.813/89 sendo corrompida diante da desfiguração da Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do Rio Grande do Sul, herdada dos Ancestrais Pampeanos Sul-rio-grandenses do final do séc. XIX? 4) poder-se-ia dizer que a cidade de Venâncio Aires valoriza a Tradição do Rio Grande do Sul quando apresenta as soberanas da Festa do Chimarrão – a Bebida Símbolo da Tradição do RS - trajadas em desacordo com a Indumentária Tradicional das Mulheres do Rio Grande do Sul, prevista na referida legislação sul-rio-grandense? 5) os representantes das 30 Regiões Tradicionalistas do MTG/RS e os mais de 9 Estados da Federação que buscaram a Chama da Tradição do Rio Grande naquela Capital Nacional do Chimarrão se apresentaram trajados conforme a antiga, campeira e regional Tradição dos Antepassados Gaúchos Campeiros do Pampa Sul-brasileiro, preservada na Lei da Pilcha do RS, ou optaram pelas preferências pessoais baseadas nos estilos e nos modismos comerciais dos mercados musical, texa-crioulista, comercial-nativista, country-sertanejo, tchesista-urbano, desfilados por seus contratualmente vinculados artistas gauchistas? Enfim, esse e todos os demais projetos congêneres e seus discursos se apresentam essencialmente culturais, mas as suas práticas tradicionais sul-rio-grandenses e tradicionalistas gaúchas brasileiras revelam-se eminentemente comerciais sem fronteiras e político-eleitoreiras. É cediço que essas xucras corrupções dificilmente serão ou poderão ser laçadas. Porém, o Divino Tropeiro, com certeza, a elas negou-Se a proferir Sua bençãovez que carentes de integridade, de verdade, de autenticidade. Contudo, se depender dos verdadeiros Gaúchos do Brasil a Chama Crioula do Rio Grande do Sul continuará representando, na convivência social e hospitaleira com quaisquer povos, a antiga, a campeira, a regional Tradição Gauchesca do Pago Sul-rio-grandense e o orgulho de nossos Antepassados do Interior Sul-brasileiro!

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