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Os Monarcas:
Cantar é coisa de Deus, de Maurinho Monteiro r Luiz Lanfredi/Ivan Vargas

 

14/01/2013 15:03:46
OS MONARCAS E O TEATRO MAMBEMBE!
 
Nem os modismos texanos nem o comercial crioulismo
integram nossa Tradição e o nosso verdadeiro Tradicionalismo!
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Todas as músicas a serem executadas no Movimento Tradicionalista Gaúcho Brasileiro devem respeitar o conteúdo moral, o ritmo e o compasso musical representativo da antiga e campeira Tradição Gaúcha do Rio Grande do Sul. E além desses requisitos gauchescos tradicionais os integrantes dos grupos musicais que se apresentam nos eventos e nos fandangos do sistema Tradicionalismo organizado devem, também, o devido respeito à Pilcha Gaúcha Oficial e de Honra do RS. Todos, sem exceção, devem dignificar os valores regionalistas, a qualidade tradicional e a postura representativa dos antigos gaúchos do Pampa Sul-brasileiro. E não resta dúvida de que o nosso mais representativo grupo musical da atualidade é Os Monarcas, um conjunto que apesar da invasão cultural dos malacaras "tchês" se manteve fiel ao tranco e à marca gaúcha do Rio Grande do Sul. Ele vem, na sua longa carreira, acumulando sucessos e a admiração do público tradicionalista gaúcho brasileiro, sendo sinônimo de casa cheia. Ganhadores do selo ISO TCHÊ, selo de controle de qualidade emitido pelo MTG do Rio Grande do Sul, atestando a qualidade e a fidelidade da obra dos grandes músicos que compõem o mais famoso grupo de música regionalista gaúcha sul-rio-grandense. Fica até mesmo impossível de se enumerar os sucessos musicais dos Monarcas, os quais vêm enfileiraditos como teta de leitoa. Cada disco, CD ou DVD, sai com uma barbaridade de sucessos. E a cada lançamento, inclusive, sempre se renova e se apresenta uma música voltada para a fé. A última, Cantar é coisa de Deus, possui uma letra maravilhosa e bem embasada em fatos bíblicos. Os Monarcas alcançaram sucesso, mas não se afastaram de Deus nem da humildade que sempre se fez presente no grupo. Onde quer que vá seus integrantes recebem o carinho dos fãs e nunca negam uma pose para um retrato. Entretanto, de uns tempos pra cá, em um fandango, sempre que tocam a Vaneira Grossa alguém do grupo imita a voz de Roberto Carlos nos versos xucros da vaneira. E outros cantores fazem um costado para o vocalista, que por sinal é muito bom imitador. O público, em geral, para e admira o talento do vocalista, o qual consegue dar o timbre certo de cada cantor "convidado pra uma palinha". Depois de certo tempo o grupo começou a fazer um arremedo de comédia pastelão no palco, aonde um dos integrantes, o baterista, coloca uma peruca feminina e desanda a tocar sua batera e a gritar algo sobre cabelo forte e gaúcho. E seguindo a encenação teatral chacoalha tanto a cabeça, de tal modo, que a peruca voa. E, desafiado por um outro integrante, não demora muito começa a comédia pastelão. Em seguida alguém tira as botas e joga no outro. Uma verdadeira comédia que não condiz com o grupo! Estranhamente, essa pantomima toda começou depois que o líder Gildinho partiu umas costelas num acidente e teve de se ausentar. Será falta de liderança? Ou Os Monarcas vão atacar de teatro de comédia? E no último baile que fui foi acrescentada mais uma novidade: a música tema do Pica-Pau! Isto mesmo, aquele do desenho animado. Uma coisa estranha e de mau gosto! Será que teremos um novo grupo de teatro mambembe no Tradicionalismo Gaúcho Brasileiro? (do colaborador e Mangrulho do ONTGB no Sul do Brasil, Ademir Canabarro - um missioneiro!)

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