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Gildo de Freitas:
Sinais dos Tempos, de Gildo de Freitas

 

12/06/2013 04:18:31
O TEMPO NOVO E A EVOLUÇÃO, SEM PASSADO E TRADIÇÃO!
 
É tempo feio: na natureza, na Humanidade
e na Tradição dos Gaúchos do Rio Grande!
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Libório, aproveitando o silêncio derradeiro, continuou mandando garfo no prato de carreteiro. Depois cutucou Nicácio, com um jeitão zombeteiro: - quem é tradicionalista há de ser sempre campeiro; e, ainda, eu te falo, tem que andar a cavalo pilchado o dia inteiro. Nicácio sentiu o veneno daquela provocação, e argumentou compassado: - eis outra deturpação. Valoriza o passado o gaúcho de coração. E o tradicionalista não é o gaúcho de então; mesmo vivendo o presente o representa o vivente num Centro da Tradição. Bueno! Disse Libório: - no teu tempo não podia. Porém, hoje pode tudo; não pode foi a la cria. A prenda virou homem e o peão virou guria. Tudo pode, tudo vale, reclamou é homofobia. E eu estou com o patrão: entre pila e tradição, ganha a bilheteria. Barbaridade! Cue-pucha! Nunca vi tanta asneira. O bom senso se bandeou pr’outro lado da fronteira. Um patrimônio que é público desfeito dessa maneira, por interesse pessoal de uma súcia calaveira. Corrompido o Regional só falta a Lei Marcial, pra fecharem a porteira. (PELEIA FILOSÓFICA, LII-LV, de José Itajaú Oleques Teixeira)

 

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