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Gaúcho Sulino:
Mãe Natureza

 

13/05/2014 19:17:43
TODO DIA É DIA DE MEIO AMBIENTE: AGREDIDO, HOSTILIZADO!
 
Em Brasília, tempo nada bom:
céu nublado com nuvens de alumínio, bário, estrôncio, etc...
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Tchê, Nicácio, te acalma, que eu sou, mesmo, garganta; e, às vezes, meio gato de uma pura com fanta, eu perco as estribeiras e a poeira já levanta. Muitos querem que eu mude; já tentei, mas não adianta. Desde guri fui assim; e ainda sinto em mim os relhaços da mãe santa. Então tá, disse Nicácio. O álcool te sobrepuja; talvez, a tua moral e a sensatez te fuja. Se o corpo fica leve a alma fica mais suja, empaca a sabedoria, a coerência enferruja. Mas, para evoluir é preciso discernir onde mora a coruja. Por estar de marca quente, Libório, índio virado, já fazendo compadrada, saiu de atravessado dizendo: - não me amole, que eu tô meio tragueado. E já vou te avisando: sou amigo de um pesado. Portanto, não me humilha. Com ele lá em Brasília eu tô bem representado. Nicácio não deu changui e encilhou o chimarrão. Depois, disse ao Libório qual a sua opinião: - fala em meio ambiente, em combate à poluição, sobre a democracia, direito à informação, mas de “chemtrails” o abjeto fica mudo e mais quieto do que piazinho mijão. (PELEIA FILOSÓFICA, CXXXVI- CXXXIX, de José Itajaú Oleques Teixeira)

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