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Os Oliveiras:
Obrigado, Patrão Velho - de Raimundo José e Leonir

 

05/12/2007 10:51:57
A TCHÊ MUSIC DO MTB INVADE CENTRO DE TRADIÇÕES GAÚCHAS DE PASSO FUNDO!
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DA TRADIÇÃO GAÚCHA – CBTG REGULAMENTO GERAL - Art. 187 - Nas dependências de CTGs, parques de eventos ou locais onde se realizam atividades tradicionalistas não será permitido o funcionamento de tendas ou similares que comercializem objetos não condizentes com a tradição gaúcha nem a realização de provas, shows e execução de ritmos musicais não gauchescos e não regulamentados, salvo quando em homenagem às etnias formadoras do povo gaúcho ou do folclore local. Parágrafo único: As sedes sociais de entidades tradicionalistas poderão ser locadas ou cedidas em comodato para eventos sociais que não atentem contra a ética tradicionalista. Art. 188 - Na promoção de fandangos, o CTG deverá exigir que: I. os participantes estejam devidamente pilchados ou em traje social convenientes; II. não se use chapéu, boina ou qualquer cobertura, tirador, armas brancas ou de fogo, chinelo, alpargatas e demais objetos de uso campeiro; III. os fandangos sejam realizados em salões bem iluminados e os pares não poderão dançar com comportamentos que agridam o respeito, a moral e os bons costumes; IV. os conjuntos regionalistas ou similares não apresentem em seus shows, artifícios estranhos ao tradicionalismo gaúcho, nas dependências dos CTGs; V. nos contratos dos conjuntos musicais sejam mencionados os seguintes itens: pilcha autêntica dos integrantes do conjunto, repertório de músicas gauchescas tocadas no compasso gaúcho e evitar som em altura exagerada. ESTATUTO DO MTG - TITULO I - DA ENTIDADE, SUA CONSTITUIÇÃO E SEUS FINS - Art. 2°. - O MTG tem por objetivo congregar os Centros de Tradições Gaúchas e entidades afins e preservar o núcleo da formação gaúcha e a filosofia do movimento tradicionalista, decorrente da sua Carta de Princípios e expressa nas decisões dos Congressos Tradicionalistas. Parágrafo único - A “Carta de Princípios”, aprovada no VIII Congresso Tradicionalista Gaúcho, é cláusula pétrea deste Estatuto e fixa os seguintes objetivos: - Auxiliar o Estado na solução dos seus problemas fundamentais e na conquista do bem coletivo; II - Cultuar e difundir nossa História, nossa formação social, nosso folclore, enfim, nossa Tradição, como substância basilar da nacionalidade; III - Promover, no meio do nosso povo, uma retomada de consciência dos valores morais do gaúcho; IV - Facilitar e cooperar com a evolução e o progresso, buscando a harmonia social, criando a consciência do valor coletivo, combatendo o enfraquecimento da cultura comum e a desagregação que daí resulta; V - Criar barreiras aos fatores e idéias que nos vem pelos veículos normais de propaganda e que sejam diametralmente opostos ou antagônicos aos costumes e pendores naturais do nosso povo; VI - Preservar o nosso patrimônio sociológico representado, principalmente, pelo linguajar, vestimenta, arte culinária, forma de lides e artes populares; VII - Fazer de cada CTG um núcleo transmissor da herança social e através da prática e divulgação dos hábitos locais, noção de valores, princípios morais, reações emocionais, etc.; criar em nossos grupos sociais uma unidade psicológica, com modos de agir e pensar coletivamente, valorizando e ajustando o homem ao meio, para a reação em conjunto frente aos problemas comuns.; VIII - Estimular e incentivar o processo aculturativo do elemento imigrante e seus descendentes; IX - Lutar pelos direitos humanos de Liberdade, Igualdade e Humanidade; X - Respeitar e fazer respeitar seus postulados iniciais, que têm como característica essencial a absoluta independência de sectarismos político, religioso e racial; XI - Acatar e respeitar as leis e os poderes públicos legalmente constituídos, enquanto se mantiverem dentro dos princípios do regime democrático vigente; XII - Evitar todas as formas de vaidade e personalismo que buscam no Movimento Tradicionalista veículo para projeção em proveito próprio; XIII - Evitar toda e qualquer manifestação individual ou coletiva, movida por interesses subterrâneos de natureza política, religiosa ou financeira; XIV - Evitar atitudes pessoais ou coletivas que deslustrem e venham em detrimento dos princípios da formação moral do gaúcho; XV - Evitar que núcleos tradicionalistas adotem nomes de pessoas vivas; XVI - Repudiar todas as manifestações e formas negativas de exploração direta ou indireta do Movimento Tradicionalista; XVII - Prestigiar e estimular quaisquer iniciativas que, sincera e honestamente, queiram perseguir objetivos correlatos com os do tradicionalismo; XVIII - Incentivar, em todas as formas de divulgação e propaganda, o uso sadio dos autênticos motivos regionais; XIX - Influir na literatura, artes clássicas e populares e outras formas de expressão espiritual de nossa gente, no sentido de que se voltem, para os temas nativistas; XX - Zelar pela pureza e fidelidade dos nossos costumes autênticos, combatendo todas as manifestações individuais ou coletivas, que artificializem ou descaracterizem as nossas coisas tradicionais; XXI - Estimular e amparar as células que fazem parte de seu organismo social; XXII - Procurar penetrar e atuar nas instituições públicas e privadas, principalmente nos colégios e no seio do povo, buscando conquistar para o Movimento Tradicionalista Gaúcho a boa vontade e a participação dos representantes de todas as classes e profissões dignas; XXIII - Comemorar e respeitar as datas, efemérides e vultos nacionais e, particularmente o dia 20 de setembro, como data máxima do Rio Grande do Sul; XXIV - Lutar para que seja instituído, oficialmente, o Dia do Gaúcho, em paridade de condições com o Dia do Colono e outros “Dias” respeitados publicamente; XXV - Pugnar pela independência psicológica e ideológica do nosso povo; XXVI - Revalidar e reafirmar os valores fundamentais da nossa formação, apontando às novas gerações rumos definidos de cultura, civismo e nacionalidade; XXVII - Procurar o despertamento da consciência para o espírito cívico de unidade e amor à Pátria; XXVIII - Pugnar pela fraternidade e maior aproximação dos povos americanos; XXIX - Buscar, finalmente, a conquista de um estágio de força social que lhe dê ressonância nos Poderes Públicos e nas Classes Rio-grandenses para atuar real, poderosa e eficientemente, no levantamento dos padrões de moral e de vida do nosso Estado, rumando, fortalecido, para o campo e homem rural, suas raízes primordiais, cumprindo, assim, sua alta destinação histórica em nossa Pátria. Art. 4°. - É vedado ao MTG e entidades filiadas vincular-se a qualquer atividade político-partidária ou religiosa, assim como estabelecer distinção entre seus membros por questões de raça, credo ou posição social. Obs. do ONTG: O CTG Tropel de Caudilhos, de Passo Fundo-RS, permitiu, no dia 1º de dezembro de 2007, a gravação ao vivo do novo CD da “Banda” Tchê Sarandeio, pertencente ao MTB-Movimento Tchê Brasil e um dos protagonistas da tal de “Tchê Music” – um estilo meramente comercial e longe de representar a cultura nativa do Rio Grande do Sul. Como está publicado no sítio daquela Entidade “Tradicionalista Gaúcha”, no espaço Cultura Gaúcha, Tradicionalismo “Existe, no Rio Grande do Sul, um movimento que alguns chamam de tchê music. Esta nova tendência está tentando incluir novos ritmos diferentes dos que são cultivados há gerações, alterando as danças e o jeito de se vestir nos bailes, descaracterizando até as pilchas. Aparentemente, o objetivo deste movimento é conquistar mercado no centro do país. Ora, os grupos e os cantores mais tradicionais daqui fazem shows pelo Brasil inteiro, sem abrir mão da tradição mais pura, levando por estes pagos a cultura gaúcha nas pilchas e nas músicas que cantam. Por isso, tradição e cultura não se modificam. Quem quiser criar um novo movimento que o faça independente da cultura predominante, não se aproveitando da força do movimento tradicionalista gaúcho para incutirem novas idéias. Felizmente, aqueles que honram as tradições repudiam essas tentativas de incluir novos ritmos e tantas outras invenções que, por certo, virão no seu rastro, que descaracterizam até a indumentária do gaúcho autêntico. Da mesma forma, que busquem um espaço próprio para divulgar este novo movimento, longe dos CTGs. Os verdadeiros CTGs vem de gerações, sendo o lugar onde se vive e se divulga a cultura dos que amam os costumes autênticos do Rio Grande. Vamos lutar para que as novas gerações continuem levando no peito o orgulho de ter nascido neste pago, cultivando a cultura e a tradição herdada dos seus antepassados, sem modismos e outros interesses colocados acima da manutenção desses valores”. O ONTG-Observatório Nacional do Tradicionalismo Gaúcho pergunta ao senhores “Tradicionalistas” do CTG Tropel de Caudilhos, de Passo Fundo: 1) Os membros da atual Patronagem e os demais integrantes do Quadro Social do CTG já leram o referido texto, exposto no sítio de sua Entidade Tradicionalista? 2) Os que já leram o texto concordam ou discordam do seu conteúdo? 3) Os que concordam estão honrando as autênticas Tradições do Povo Gaúcho Sul-brasileiro e repudiando “essas tentativas de incluir novos ritmos e tantas outras invenções que, por certo, virão no seu rastro, que descaracterizam até a indumentária do gaúcho autêntico”? 4) Aqueles que não concordam com o teor do texto, estão fazendo o quê no Tradicionalismo Gaúcho? 5) O MTB estaria a corromper os objetivos do MTG, na cidade de Passo Fundo? Estas são perguntas que não podem calar! É certo que não é de hoje que isso vem acontecendo no âmbito do Tradicionalismo organizado. Certo é, também, que são os interesses político-partidários dos dirigentes que permitem esse estado de coisas, pois é melhor garantir os eventuais votos do que cumprir com as suas obrigações estatutárias. Enquanto isso, a frase do Marquês de Marica continua nos dias atuais em voga. Afinal: “a impunidade é segura quando a cumplicidade é geral"! Acesses e confiras: http://www.tchesarandeio.com.br/nova/index.php?option=com_wrapper&Itemid=35
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