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Jayme Caetano Braun:
Galpão Nativo

 

25/02/2008 18:04:06
UMA BRIGA INÚTIL!
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Concordamos com o jornalista Alberto Albrecht. O Tradicionalismo Gaúcho organizado não deve interferir nas decisões soberanas do Poder Legislativo Estadual do RS. A Assembléia Legislativa, como Casa do Povo que é, tem o dever e o direito institucional de buscar o que é melhor para a população sul-rio-grandense. Ao Movimento Tradicionalista Gaúcho do Rio Grande do Sul, como Entidade Cultural autônoma que é, cabe cumprir a sua destinação finalística sem estar ligado a qualquer segmento político-partidário, sob pena de vir a sofrer a natural exploração política daqueles que estão na busca permanente do voto ou dos que visam a um retorno meramente financeiro, sem preocupação alguma com a preservação da autenticidade da Tradição Gaúcha Brasileira e da Identidade Cultural dos Gaúchos do Rio Grende. Não há qualquer dúvida de que aquele galpão Recanto Gaúcho não pode ser tido como um "espaço destinado ao culto da identidade do gauchismo espalhado pelo mundo", nas palavras do Presidente do MTG/RS, Oscar Fernande Gress. Nem a ação daquele poder legislativo estadual pode ser considerada como um ato de desmoralização do Tradicionalismo Gaúcho organizado. Este, pelas suas próprias ações, é que se desmoraliza diante da falta de coerência cultural-tradicionalista no âmbito das suas Entidades Tradicionalistas filiadas. Pela exploração comercial dos seus espaços físicos é que a Identidade do Povo Gaúcho do Rio Grande está sendo corrompida, alterada, desnaturada. Não será por meio de um pequeno galpão, que serviu muito bem ao mercado fonográfico, inclusive divulgando grupos da "tchê music", que o Tradicionalismo deverá cumprir os seus objetivos e os seus fins estatutários. É pelas ações ética-culturais dos seus dirigentes e dos seus integrantes Tradicionalistas Gaúchos, em todas as suas instâncias de atuação, que o Movimento será reconhecido e respeitado. Além de inútil, essa briga revela muito mais do que interesses verdadeiramente culturais. Talvez outros, maiores e inconfessáveis, estejam por detrás do costumeiro "discurso tradicionalista" de defesa dos altos interesses culturais do dono da cultura regional do Rio Grande do Sul: o Povo Gaúcho Brasileiro! Na prática, contudo, a teoria é bem outra...
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