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Grupo Renascença:
De Chão Batido, de Martin Agnoleto,
João A. Pretto e Pedro Neves

 

07/11/2005 13:02:12
CTG VINTE DE SETEMBRO, DE CURITIBA-PR
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Visites e conheças o CTG Vinte de Setembro, de Curitiba. Abrimos o sítio do CTG no item Tradicionalismo, para observar que as definições nele postadas estão limitadas ao Movimento organizado. Apenas nesse sentido pode ser o Tradicionalismo considerado obrigatoriamente associativo. Como fazer Tradição é um direito de qualquer Tradicionalista, independentemente de estar ou não filiado a uma das diversas Entidades Tradicionalistas existentes (não só CTG, mas PTG, GAN ou qualquer outro nome), o Tradicionalismo não organizado também deve ser entendido como o sistema de crença, apego, amor às tradições gaúchas. E não há a necessidade de vinculação do Tradicionalista a nenhum movimento planificado. Portanto, diante do princípio da liberdade cidadã, o Tradicionalismo pode ser também um Movimento independente. Para exemplificar, o que o Grupo dos 8 fez, no final da década de 40, foi Tradicionalismo. Somente depois é que esse Movimento se fornou organizado. Assim, todo aquele que se julga Tradicionalista pode e deve cultivar, cultuar, preservar e divulgar as tradições gaúchas, independentemente de filiação a uma das entidades pertencentes ao Tradicionalismo organizado. E, por decorrência de seus atos, estará, sim, fazendo Tradicionalismo. Este não poderá ser confundido com o Tradicionalismo organizado do MTG, pois está caracterizado como um sistema de crença individual e/ou coletivo, desvinculado e independente, baseado na Tradição do Povo Gaúcho. E, fundamentando a argumentação acima exposta, lembramos que há CTGs e outras Entidades Tradicionalistas que não estão filiadas a nenhum MTG. Nem por isso deixam de ter nos seus quadros sociais Tradicionalistas; nem por isso deixam de fazer Tradicionalismo! O Movimento Tradicionalista Gaúcho engloba o Tradicionalismo planificado. Mas há Tradicionalismo em todas as ações desenvolvidas por Tradicionalistas, de cunho individual ou coletivo, sem limitações. Não há um Tradicionalismo hegemônico, único detentor do direito ao culto das tradições dos gáuchos. Fazer Tradicionalismo é um direito assegurado a todo o Tradicionalista e a aos reais donos desse patrimônio cultural, recebido dos antepassados; uma faculdade e um privilégio de todo o povo gaúcho!
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