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Paixão Côrtes:
Chico do Porrete

 

09/07/2007 10:00:28
SONHO NOVO
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É a chama acesa da gauchada que se expande
nos quatro cantos das coxilhas do Rio Grande.
É a alma viva dessa gente, desse povo:
do Sul ao Norte, mesmo canto, sonho novo.
 
É do potrilho que o arreio é apertado,
manhando a vida, sangue puro e bem domado.
Mãos calejadas do vaqueano campesino
abrindo léguas em busca de seu destino.
 
É o trote chucro da invernada no entrevero,
pisando rastros, marcas nuas do estradeiro,
rompendo cercas, porteiras e aramados;
cruzando campos, picadas e banhados.
 
É o chão campeiro, nativismo enraizado.
A gaita chora, ronca forte e afinado.
Do minuano, ventania-companheiro,
assobiando num compasso passageiro.
 
É do porongo a essência hospitaleira,
da erva verde a esperança galponeira.
Peão e prenda no galope da cidade,
sovando o mate, gosto amargo da saudade!
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  Autor: Sadi Rambo
Poesia enviada Por: Sadi Rambo - Porto Alegre / RS
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24/07/2007 21:16:54 Raimundo Suzano Perch - Pato Branco / PR - Brasil
Tão tá vivente, gostei da tua poesia me inspirei e escrevi um verso: Eu venho de muito longe pago a pago a sarandear, a procura de um gaucho que saiba sapatear! Pronto prenda!: O guasca de antigamente tinha orgulho e muito brio, e eu por ser um gaucho aceito o teu desafio..Abre a gaita gaiteiro
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