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Grupo Fogo de Chão:
Gaúcho

 

02/04/2008 10:19:07
DANÚBIO AZUL
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Eu não falo de um rio caudaloso
Nem das valsas de Strauss, a mais bela!
Do que falo é de um pingo garboso,
Cujo pêlo tão negro e brilhoso
Dava pena esconder com uma sela.
 
Seu andar era leve e macío;
No trotar, elegância e cadência.
Onde está, entretanto, a coerência
Entre a valsa, o pingo e o rio?
 
Esse nome lhe dei com a consciência 
De que algo em comum os uniu:
No galope...Da valsa, a cadência;
Se corria...Era a fúria do rio!
 
Um exemplar do amigo mais fiel,
Nas histórias dos Pagos do Sul;
Era um amigo, um pingo, um corcel,
Ao qual, um dia, chamei Danúbio Azul!
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  Autor: Zulma T. de Bem
Poesia enviada Por: Zulma T. de Bem - Novo Hamburgo / RS
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