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Os Farrapos:
Passo do Bugio

 

22/10/2008 14:59:54
QUANDO O CANTO SAI DO NINHO
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Quando o canto sai do ninho,
a alma aquieta e consola;
é ave que se liberta
da solidão da gaiola.
 
Triste o vôo solitário,
vazio o canto sem par;
sem dividir emoções,
não me interessa voar.
 
As aves formam os bandos
num céu coletivo ao migrar;
a emoção dividida
dá mais sentido ao cantar.
 
A canção – o instrumento,
a emoção – o motivo.
Quem voa nem imagina
o que é o céu pro cativo.
 
As canções, os amigos,
abrandarão a existência;
e que a alma acerte o pouso
no amor, da vida... a essência!
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  Autor: Celino Leite
Poesia enviada Por: Celino Leite - Camaquã / RS
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