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Leopoldo Rassier:
Pilchas, de Luiz Coronel e Airton Pimentel

 

06/11/2008 01:30:25
SERENATA
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O DIA PEGOU NO SONO.
O RANCHO TAMBÉM DORMIU,
NINADO PELO ASSOBIO
DO VENTO LÁ NAS TAQUARAS;
A LUA BRILHAVA CLARA,
PORÉM, NA SOMBRA: SEGREDOS,
QUANDO UM XIRÚ PASSEOU OS DEDOS
NUMA GAITA MALACARA.
 
A CORDEONA ABRIU A GOELA,
NA NOITE QUE VINHA CALMA,
E O CANTOR CANTOU COM ALMA
NAQUELA NOITE DE PRATA;
A LUZ DESCIA EM CASCATA
PRA DANÇAR COM OS PIRILAMPOS,
ENFEITIÇADOS PELO CANTO
E O ENCANTO DA SERENATA.
 
UMA SILHUETA DE TRANÇAS
SE DEBRUÇOU NA JANELA,
DEIXANDO A NOITE MAIS BELA
COMO NUM CONTO DE FADA.
E O CANTOR DA MADRUGADA,
CANTANDO SUA PAIXÃO,
ENTREGOU SEU CORAÇÃO;
DEPOIS, SEGUIU PELA ESTRADA!
............................................................................
  Autor: Deroci Freitas de Moraes
Poesia enviada Por: Deroci Freitas de Moraes - Santa Maria / RS
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18/05/2009 21:01:49 Valim - Niterói / RJ - Brasil
Pois é, tchê! Li todas as tuas poesias, que estão postadas no site, e já sou teu fã! Grande abraço!
Sítio: *****
13/11/2008 12:42:36 Marli Laine de Quadros Peres - Curitiba / PR - Brasil
Olá, amigo. Adorei sua poesia... obrigada por me permitir admirá-la. Viu... não sou preguiçosa, não...kkkkkkk. Beijo no seu coração!
Sítio: Laine 53
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