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Jayme Caetano Braun:
Negrinho do Pastoreio

 

29/05/2009 12:41:16
ASSIM É O RIO GRANDE
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Pampa Sul-rio-grandense

 

A CACHORRADA, LATINDO AFOITA;
PERDIZ CANSADA, ATRÁS DA MOITA;
CHEIRO DE CAMPO, MUGIR DE GADO;
OS PRILAMPOS, NUM SÓ BAILADO.
CANTAR DE GALOS, NA ALVORADA;
TROPEL DE CAVALOS, EM DISPARADA;
O SOL ACAMPA, O SUL FLORESCE
NA VOZ DO PAMPA, QUANDO AMANHECE.
 
GRANDE RIO GRANDE, VIDA E AMOR;
LUTA E FERVOR, MUITO HEROÍSMO;
UM POVO ORDEIRO, DE TRADIÇÃO;
NO CORAÇÃO: RAÇA E CIVISMO.
NESTA SEARA, DE BRAVA GENTE,
BROTA A SEMENTE DO GAUCHISMO!
 
PINGO ALAZÃO, RONDA A COCHEIRA;
PRO CHIMARRÃO, CHIA A CHALEIRA;
CHEIRO DE TERRA, GRAMA ORVALHADA;
O GADO BERRA, LÁ NA INVERNADA.
ÍNDIO BUENACHO VAI SATISFEITO
QUE NEM RIACHO RASGANDO O LEITO,
ONDE A GEADA BRANQUEIA O PASTO;
NA MADRUGADA, DEIXA SEU RASTRO.
 
GRANDE RIO GRANDE, VIDA E AMOR;
LUTA E FERVOR, MUITO HEROÍSMO;
UM POVO ORDEIRO, DE TRADIÇÃO;
NO CORAÇÃO: RAÇA E CIVISMO.
NESTA SEARA, DE BRAVA GENTE,
BROTA A SEMENTE DO GAUCHISMO!
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  Autor: Vanoci Marques
Poesia enviada Por: José Vanoci Alvarez Marques - Camaquã / RS
  Observações: Composição musicada por Wilson Paim.

 
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24/08/2009 15:02:30 Vitória Iohann - Cerro Largo / RS - Brasil
Adorei essa poesia !!!!!!!! Vou declama-lá para concorrer a prenda de faixa
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