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Miguel Marques:
No Agosto da Alma

 

27/07/2010 13:48:41
O JOVEM TRADICIONALISTA
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O jovem tradicionalista de agora
é o espelho que reflete
os estudantes de quarenta e sete,
Paixão Côrtes e companhia,
que tiveram a idéia, um dia,
lá no pátio do Julinho,
de trilhar o mesmo caminho
e beber água na cacimba
do major João Cezimbra:
Patrono do Tradicionalismo.

Na data comemorativa
da Semana Farroupilha
montaram piquete, acenderam a pira
com a chama do fogo sagrado,
que se alastrou por todo o Estado,
reaquecendo os corações,
despertando emoções
no seio de nossa gente,
fazendo germinar a semente
do amor às tradições.

Desde a bendita façanha,
o Tradicionalismo se enraizou,
se fortaleceu, se organizou
e saiu cravando bandeira,
por toda a Pátria brasileira
e nos rincões estrangeiros,
mostrando pra o mundo inteiro
o nosso patriotismo,
o amor ao Tradicionalismo
do gaúcho brasileiro.

Caberá sempre aos jovens
a grande responsabilidade
de manter, com lealdade
e espírito de civismo,
o nosso Tradicionalismo
de rédea firme nas mãos,
conservando o mesmo padrão,
que sempre foi cultuado
por nossos antepassados,
com amor no coração.

Ajoujar o passado ao presente
e cavalgar no futuro,
defender com muito orgulho,
com civilidade e nobreza
a nossa maior riqueza,
o legado dos ancestrais,
dos avós de nossos pais,
a legítima Tradição,
que de geração em geração
vai cumprindo seus ideais.

Conservar os bons costumes,
a educação e o respeito,
o amor dentro do peito,
no fundo do coração,
o apego à Tradição,
a pureza e a simplicidade,
a nata hospitalidade
da gente do meu rincão,
o carinho pelo chão
e a eterna liberdade.

Juventude tradicionalista,
comungue na mesma cartilha
dos valentes coronilhas,
que lutaram com afinco
na criação do trinta e cinco,
o CTG da capital,
que foi o marco inicial
do nosso Tradicionalismo,
que com bravura e heroísmo
se tornou  imortal.

Gurizada do meu pago,
não deixem cair o estandarte,
o folclore e a nossa arte,
os costumes a nós legados;
que continue enraizado,
por todo o nosso país,
fazendo a gente feliz,
pela fé e a união,
porque um povo sem Tradição
é uma árvore sem raiz!

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  Autor: Antonio Francisco de Paula
Poesia enviada Por: Antonio Francisco de Paula - Brasília / DF
  Observações:

Poesia classificada em 1. lugar na modalidade Poesia Inédita do 18. FEGARP, realizado nos dias 24 e 25 de julho de 2010, na sede social do CTG Querência Goiana, de Jataí-GO.


 
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