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Leopoldo Rassier:
Pilchas, de Luiz Coronel e Airton Pimentel

 

31/07/2006 21:05:50
ÁGUA FONTE DE VIDA
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Antonio Francisco de Paula

 

Água fonte de vida

Do imenso globo terrestre

Obra do divino mestre

Do início da criação

Que brota do ventre da terra

Nos pícaros longínquos das serras

Molhando o tapete do chão 

 

Moldando os leitos dos rios

Saltitando em cachoeira e cascata

Vestindo grinalda se prata

Os rochedos e os paredões

Emoldurando os bancos de areia

Duetando com a Iara e a sereia

Melodiosas e tristes canções 

 

Segue campeando teu curso

Rumbiando para o poente

Vagueando como serpente

Pelas sangas e ribeirões

Contemplando solita em silêncio

A brisa morna dos ventos

Que se aninha pelos grotões 

 

Aos poucos vai se agrandando

Chiando na encosta dos matos

Transbordando banhados e regatos

Polindo pedras e roncando

Deslizando pelas correntezas

Trilhando para as profundezas

Dos gigantescos oceanos 

 

Evapora e sobe pro céu

Como um véu banhado de lua

E vai se juntar nas alturas

Com as nuvens na atmosfera

A lo léu a deriva dos ventos

Esperando o exato momento

De chover outra vez sobre a terra 

 

Num ciclo eterno e sagrado

Abençoado por Nossa Senhora

Alimentando a fauna e a flora

Toda sorte de plantas e animais

Saciando a sede e a fome

Implorando ao bicho homem

Que preserve os seus mananciais 

 

Olhos d’água, pequenas vertentes

Florestas e matas ciliares

Calotas e geleiras polares

E os freáticos subterrâneos

Que sofrem com a devastação

Sufocados pela poluição

E a ganância dos seres humanos 

 

Água que habita as cacimbas

As represas e lindas lagoas

Enfeitada de junco e taboa

Vitória régia e aguapés

Água das calmarias

Dos pântanos sem travessias

Dos mangues e igarapés 

 

Água dos espessos nevoeiros

Das garoas e finas neblinas

Água que move usinas

Gerando energia e riquezas

Água das alvas geadas

Das encardidas enxurradas

Que rola pela natureza 

 

Murmurando fazendo protesto

Com enchentes e inundações

Arrasando as plantações

Invadindo campo e cidade

Alertando, chamando atenção

Rogando por proteção

A toda a humanidade!

............................................................................
  Autor: Antonio Francisco de Paula
Poesia enviada Por: Antonio Francisco de Paula - Brasília / DF
  Observações: Poesia classificada em 1º lugar, na modalidade Poesia Inédita, no 13º FEGARP-Festival de Arte e Tradição do Planalto Central, realizado na cidade de Buritis-MG, no ano de 2005.

 
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20/03/2012 14:53:38 Paula Roberta - Boa Vista / RR - Brasil
essa poesia eh muito ruim só li por que estou precisando de nota;;;;;;;;;;;;;;;
Sítio: *****
23/04/2011 08:33:25 diego augusto O. silva - serra do mel / RN - Brasil
A água, q é tão importante nas nossas vidas ,está se extinguindo do planeta. Gente, a água é tão importante! Vamos preservá-la ...
Sítio: *****
18/10/2009 22:03:12 mateus lopes de paula - Jaguarão / RS - Brasil
Mas bá, guri, gostei muito da poesia, merecedora do 1º lugar. A ti um baita quebra costela...
Sítio: *****
10/10/2009 12:42:00 NANA - SCS / RS - Brasil
MUITO LEGAL!! ADOREI!!
Sítio: *****
27/02/2009 10:26:39 Paola brasil Siqueira - São paulo / SP - Brasil
Adorei isso! Fico feliz em saber que existem pessoas que se dedicam ao nosso planeta Terra!
Sítio: http://linda123456
24/02/2009 23:12:55 noslainy - sinop / MT - Brasil
Oi! Não tem poesia mas curta?
Sítio: *****
22/02/2009 23:18:48 Alexandra Alencar - Rio de Janeiro / RJ - Brasil
Lindo, lindo. O que mais posso dizer? Merecedor do prêmio que acabaste de ter. Abraços.
Sítio: *****
24/11/2008 18:07:59 MARCIA CRISHTINA - SAO GONÇALO / RN - Brasil
ESSA POESIA E MTO RUIIM ''/
Sítio: SAO GONÇAL0
24/11/2008 18:05:13 marcia - natal / RN - Brasil
AMEEII
Sítio: *****
09/11/2008 09:52:15 Mary S. Macena - Paragominas / PA - Brasil
Sua poesia nos permite viajar pelo percurso e grito deste líquido que nos faz sobreviver. Ah! quem dera que houvesse nos seres humanos a consciência de preservá-lo e não apenas de usufruí-lo. Parabéns, pela criação!
Sítio: *****
29/10/2008 23:57:07 bruna lima de oliveira - marica / RJ - Brasil
Adorei! São palavras simples, mas verdadeiras e sinceras...
Sítio: *****
29/09/2008 21:25:33 GABRIELA PIRES - RIO DE JANEIRO / PR - Panamá
AMEI E PORQUASO DISSO QUE PASSEI...
Sítio: AFRTYUI
22/09/2008 15:03:41 felipe - joinville / SC - Brasil
ÓTIMO MUITO BOM!!!!!!!!!!! Continue assim lya e coxa
Sítio: *****
14/09/2008 08:53:13 aguarina - medina / MG - Brasil
Lindo!
Sítio: *****
27/08/2008 16:15:19 scarlate vieira de melo - sjc / SP - Brasil
Essa poesia é muito chata.
Sítio: http://scarlatevieiradmelo@yahoo.com.br
05/06/2008 17:08:43 tuanhy marques de oliveira - Extrema / MG - Brasil
Olá! Sou professora de redação da escola privada Bom Pastor, em Extrema. Estou usando a sua poesia como base para os meus alunos redigirem um texto, visando a competição de poesias do município. O tema é: "Fauna e flora de Minas Gerais". Felizmente existem poetas como você, que buscam relatar fatos importantes da vida...
Sítio: *****
11/04/2008 13:50:58 Bruna Cris - Campos Novos Paulista / SP - Brasil
Parabéns! É um ótimo poema!!! É bom saber que há pessoas que se importam com o nosso planeta!
Sítio: *****
05/04/2008 14:53:54 stephanie da silva dos santos - são tomé / PR - Brasil
Essa poesia é uma coisa importante, pois ela alerta às pessoas a saberem da importância da água e, assim, não desperdiçá-la.
Sítio: *****
28/03/2008 14:24:25 eliabe ricardo de medeiros silva - jardim do serido / RN - Brasil
Deus te deu esse dom, use bem ele. Tenha sabedoria para usá-lo, não da sua forma, mas como Deus quiser!
Sítio: *****
24/11/2007 16:57:53 luisa - farroupilha / RS - Brasil
Minha colega de aula tirou 10 num trabalho de poesias. Já que ela não é muito esperta, suspeitei que tivesse copiado da net, e... olhando essa da água... não eh q ela copiou de voces??!!
Sítio: *****
18/09/2007 15:04:57 GERMANA DA SILVA PONTES - MAIRIPORÃ / SP - Brasil
Água fonte de vida Do imenso globo terrestre Obra do divino mestre Do início da criação Que brota do ventre da terra Nos pícaros longínquos das serras Molhando o tapete do chão Moldando os leitos dos rios Saltitando em cachoeira e cascata Vestindo grinalda se prata Os rochedos e os paredões Emoldurando os bancos de areia Duetando com a Iara e a sereia Melodiosas e tristes canções Segue campeando teu curso Rumbiando para o poente Vagueando como serpente Pelas sangas e ribeirões Contemplando solita em silêncio A brisa morna dos ventos Que se aninha pelos grotões Aos poucos vai se agrandando Chiando na encosta dos matos Transbordando banhados e regatos Polindo pedras e roncando Deslizando pelas correntezas Trilhando para as profundezas Dos gigantescos oceanos Evapora e sobe pro céu Como um véu banhado de lua E vai se juntar nas alturas Com as nuvens na atmosfera A lo léu a deriva dos ventos Esperando o exato momento De chover outra vez sobre a terra Num ciclo eterno e sagrado Abençoado por Nossa Senhora Alimentando a fauna e a flora Toda sorte de plantas e animais Saciando a sede e a fome Implorando ao bicho homem Que preserve os seus mananciais Olhos d’água, pequenas vertentes Florestas e matas ciliares Calotas e geleiras polares E os freáticos subterrâneos Que sofrem com a devastação Sufocados pela poluição E a ganância dos seres humanos Água que habita as cacimbas As represas e lindas lagoas Enfeitada de junco e taboa Vitória régia e aguapés Água das calmarias Dos pântanos sem travessias Dos mangues e igarapés Água dos espessos nevoeiros Das garoas e finas neblinas Água que move usinas Gerando energia e riquezas Água das alvas geadas Das encardidas enxurradas Que rola pela natureza Murmurando fazendo protesto Com enchentes e inundações Arrasando as plantações Invadindo campo e cidade Alertando, chamando atenção Rogando por proteção A toda a humanidade!
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