Usuário:
 
  Senha:
 
 

Os Monarcas:
Cisma de Ginete, de Angelino Rogério
e Odercio Acelar Hubner

 

08/04/2012 11:31:06
CANTO JAGUARENSE
............................................................................

 

 

Quem navega nessas águas
segue a Mirim na canoa
e vem singrando a lagoa;
e o rio, rumo à fronteira,
traz Jaguarão na bandeira,
traz a esperança na proa.

Quem aos pés da enfermaria
contempla o dia nascer,
volta à tardinha pra ver
o sol cair no horizonte;
e o colar de luz da ponte,
conta a conta se acender.

Cada um tem seu afago,
cada terra sua essência.
Agora eu canto o meu pago:
Jaguarão, minha querência!

Quem a mão semeia a terra,
a terra a mão abençoa,
recebe mais do que doa,
faz igual a passarinho;
se em Jaguarão tem um ninho,
volta sempre de onde voa.

Quem da Matriz do Divino
segue a avenida pro cais,
ouve o canto dos pardais
nas figueiras do mercado,
roga a Deus, ajoelhado,
pra daqui não ir jamais.

Cada um tem seu afago,
cada terra sua essência.
Agora eu canto o meu pago:
Jaguarão, minha querência!

............................................................................
  Autor: Eduardo A. Soares
Poesia enviada Por: Marcioli Oerez Pereira - Porto Alegre / RS
  Observações:
Obs.: este poema virou hino na cidade de Jaguarão-RS, musicado por Régis Bardini. Marcioli Oerez Pereira

 
Nome:
Cidade:
Estado:
País:
E-mail:
(O E-mail não é Publicado no Comentário)
Sítio:
Comentário:
   
 
Untitled Document