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Wilson Paim:
Prenda Minha, de Telmo de Lima Freitas

 

03/07/2012 22:48:18
BUGIO SERRANO
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O bugio nasceu na serra,
não era quente nem frio,
roncou na mata serrana,
que todo serrano ouviu.
Até Deus, lá nas alturas,
olhou pra baixo e sorriu,
gritou pra todos os anjos:
- esse compasso é bugio!

Se espalhou pelo Rio Grande
em um tom de desafio,
do litoral à fronteira
todo gaúcho aderiu;
pra contagiar todo pampa,
cortou mato, campo e rio.
Baile deixa de ser baile,
se não tocar o bugio.

Óh! Serra bendita,
de onde o compasso saiu,
é o balanço galponeiro,
mais bonito ninguém viu;
até turista estrangeiro
ao ouvir não resistiu.
O Rio Grande é mais Rio Grande
no compasso do bugio.

O serrano é testemunha,
foi pra lá que ele surgiu,
depois desceu serra abaixo
o compasso do bugio!

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  Autor: Edson Casagrande
Poesia enviada Por: Arildo Carlos Fraga - Candói / PR
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