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Os Monarcas:
Cisma de Ginete, de Angelino Rogério
e Odercio Acelar Hubner

 

16/07/2012 20:46:42
PRA QUEM ANDA NOS RODEIOS
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Quem se espalha num rodeio
deste meu Rio Grande Flor,
com manhas de narrador
chega fazendo floreios.
Foi por isso que nós viemos,
com a goela mais afiada
que aspa de boi brazino!

O medidor mede flerte por flerte,
cada tento, cada braça,
como se fossem léguas de campo,
liberando para a boca do brete,
num descampado
ou na cancha de um rodeio!

O laçador e seu cavalo
se tornam um só,
medindo força e cansaço,
pealando sobre o malino,
num campo sulino!

O breteiro aponta o destino,
abre a porteira
pro laçador que sai
rasgando cancha e abrindo laço,
que se deslancha nas guampas
do boi brazino!

A comissão é como se fosse
a mão do patrão,
abençoando homens, cavalos,
touros e laçadas,
com bandeirolas brancas
e coloradas!

Esta é a minha homenagem
a todos esses homens rudes,
na estampa de inigualável coragem.
Deixo aqui minha mensagem,
que o verso está no corredor:
Deus abençoe o laçador,
desbravador de fronteiras!

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  Autor: Tapejara
Poesia enviada Por: Emerson Ganzer da Silva - Porto Alegre / RS
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